Diretoria da AMB participa de congresso comemorativo dos 30 anos dos juizados especiais

Presidente da AMB, Frederico Mendes Júnior, destacou a contribuição positiva que esses órgãos provocaram na justiça brasileira
A Diretoria da Associação dos Magistrados (AMB) participou do Congresso Nacional dos Juizados Especiais, em evento comemorativo dos 30 anos da Lei º 9.099/1995. Com competência para a conciliação e o julgamento das causas cíveis de menor complexidade, os juizados especiais foram uma importante inovação da justiça brasileira.
O evento, realizado em Foz do Iguaçu, foi organizado pelo Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) reunindo magistrados, advogados, membros do Ministério Público, acadêmicos e servidores públicos e proporcionou reflexões sobre os avanços dos juizados especiais e os desafios a serem enfrentados.
A Diretoria da AMB integrou a mesa de abertura do evento, com o presidente da entidade, Frederico Mendes Júnior, abordando a transformação positiva que esses órgãos da justiça provocaram no Judiciário e o quantitativo de demandas judiciais com as quais passaram a lidar.
“Os juizados especiais representam mais de 40% das demandas que chegam ao Judiciário”, apontou o presidente da AMB.
O secretário da AMB e presidente da Amapar, Marcel Ferreira dos Santos, também participou do evento e fez referência às premissas direcionadas ao acesso à Justiça que norteiam a atuação dos juizados especiais, aliada à visibilidade positiva e o importante papel de aproximação do Judiciário com a sociedade.
“Parabenizo todos os juízes e juízas que, ao longo dos anos, têm dedicado grande parcela do seu tempo para entrega da prestação jurisdicional nesta porta de acesso à justiça que concretiza o valor que a constituição fala da cidadania”, comentou.
O secretário-geral da Secretaria de Juizados Especiais da AMB e presidente do Fórum Nacional de Juizados Especiais (Fonaje), Fernando Swain Ganem, falou sobre a contribuição dos especialistas que se dedicam a estudar e a trabalhar à frente dos juizado.
“Nossa maior contribuição talvez seja a manutenção do diálogo permanente entre os operadores do sistema, garantindo que a diversidade de experiência regionais enriqueça o conjunto da obra”, afirmou, ao se dirigir aos magistrados e às magistradas que participam do Fonaje.




