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CPJ discute o 2º Censo da pesquisa sobre magistrados com necessidades especiais ou dependentes na mesma condição

Objetivo da reunião é alinhar o formato do projeto de pesquisa que será implementado nos próximos meses

 

O Centro de Pesquisas Judiciais (CPJ) reuniu-se com a Diretoria de Política Institucional e de apoio para Magistrados com deficiência, necessidade especial, doenças graves ou dependentes nesta condição para tratar do 2º Censo da pesquisa que pretende identificar a quantidade de juízes, desembargadores e seus dependentes com este tipo de problema.

Em junho, o diretor do CPJ, ministro Luis Felipe Salomão (STJ), aprovou a participação do órgão na pesquisa. Para o ministro, o censo é uma grande relevância para magistratura. A reunião foi coordenada pela secretária-geral do CPJ, Patrícia Cerqueira Kertzman Szporer. “Essa pesquisa é importante tanto para o magistrado quanto para o familiar. O CPJ deseja muito colaborar da forma mais positiva e propositiva neste projeto”, afirmou.

O encontro aconteceu a pedido da diretora da DPI, Elbia Araújo. A diretoria acredita que a coleta das informações propiciará maiores subsídios para promover discussões de pautas, com objetivo de implementar medidas efetivas para que os magistrados com deficiência física ou dependentes nesta condição recebam o devido tratamento do Conselho Nacional de Justiça e da administração dos Tribunais.

A pesquisa visa diagnosticar o perfil e as condições de trabalho desses magistrados. O questionário será enviado para os associados à AMB no mês de agosto.

Também participaram da reunião a secretária-geral da AMB, Julianne Marques; o membro da DPI Flávio de Melo; a pesquisadora do CPJ Nathalia Vince Esgalha Fernandes.


 

Jonathas Nacaratte(Ascom)

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