CNJ adquire imóvel para abrigar sede definitiva em Brasília

Diretoria da AMB participou do ato de descerramento da placa do edifício próprio do órgão
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) passa a contar com uma sede definitiva após 20 anos de atividade. Na terça-feira (11), autoridades e membros do Poder Judiciário participaram da cerimônia de descerramento da placa que oficializa o edifício onde o órgão funciona como sua sede própria.
O presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Frederico Mendes Júnior, esteve presente no ato simbólico, acompanhado por demais membros da Diretoria da entidade e por presidentes das Associações Regionais da Magistratura.
A sede do CNJ está localizada na Quadra 2, Lotes 5/6, Blocos E e F, do Setor de Administração Federal Sul (SAF Sul), próximo às sedes dos Tribunais Superiores. O imóvel, que anteriormente era alugado pelo Conselho, foi adquirido pelo órgão em dezembro.
O descerramento da placa que oficializa a sede é um marco e integra a programação comemorativa das duas décadas do CNJ. O órgão iniciou suas atividades em 2005, no Anexo II do Supremo Tribunal Federal (STF). Em 2008, foi transferido para o Anexo I do STF, um espaço mais amplo, que permitiu maior capacidade de atuação.
Em 2012, o Conselho foi realocado para a SEPN 514, lote 7, blocos A e B, na Asa Norte, onde permaneceu até maio de 2016, quando foi expandido para o lote 9, bloco D, na mesma região. A mudança para o endereço atual, na SAF Sul, ocorreu no fim de 2019.
Participaram do ato simbólico de descerramento da placa o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do CNJ, ministro Luís Roberto Barroso; o ministro José Antônio Dias Toffoli; o presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Aloysio Corrêa da Veiga; o corregedor Nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell (STJ); e a secretária do CNJ, Adriana Cruz, entre outras autoridades do Judiciário.




