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Vencedores do ideathon serão divulgados na próxima quinta-feira, 8 de abril

| Ascom AMB

Projetos visam desenvolver soluções e insights tecnológicos de combate à violência doméstica e familiar

A comissão julgadora do Ideathon, idealizado pelo Laboratório de Inovação da AMB (AMB Lab), se reuniu para conversar sobre as sete propostas selecionadas e deliberar os vencedores, na tarde desta segunda-feira (5). Os nomes serão divulgados na próxima quinta-feira(8). Na reunião de hoje, o grupo finalizou as avaliações dos projetos selecionados preliminarmente.

Conforme previsto no edital, os critérios considerados pelas juradas incluíram potencialidade de inovação, eventuais custos de implementação e impactos para o Judiciário com o desenvolvimento da ideia apresentada, eventual usabilidade do insight tecnológico e facilidade de implantação.

As integrantes da comissão julgadora ressaltaram por diversas vezes o impacto disruptivo que as ideias apresentadas terão no sistema de Justiça. Bárbara Lívio, presidente do Fórum Nacional de Juízas e Juízes de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher (Fonavid), ressaltou que os projetos conferem transparência para o Poder Judiciário. “As propostas atenderam aos nossos anseios. Além de atender os itens do edital, também foi o objetivo do autor vencedor aproximar o Sistema de Justiça das mulheres vítimas de violência”, afirmou.

Keity Saboya, vice-diretora do AMB Lab, observou que as propostas apresentadas têm possibilidade de expansão para outros estados brasileiros em curtíssimo espaço de tempo. “Queremos replicar bons exemplos para aumentar o acesso à Justiça. Na avaliação, também levamos em consideração a promoção do empoderamento feminino”, disse.

A ideia do Ideathon é apresentar os projetos inscritos ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para que todos entendam e conheçam as ferramentas que estão sendo desenvolvidas nos tribunais brasileiros. A competição também tem como base a Meta 5 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030, que visa efetivar Medidas Protetivas de Urgência (MPUs) da Lei Maria da Penha (lei 11.340/2006), que engloba as violências moral, patrimonial, física, sexual e psicológica.


Mahila Lara

Assessoria de Comunicação da AMB

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