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Saiu na mídia: posição de Renata Gil na AMB é reflexo de representatividade e empoderamento

Magistrada tem longa trajetória de pioneirismo no Judiciário

Importante figura no Judiciário brasileiro, Renata Gil, presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), foi destaque na Revista Voto por sua trajetória pioneira e cheia de representatividade feminina, considerada inspiração para jovens mulheres que almejam chegar ao alto escalão no cenário forense.

A matéria ressalta a liderança de Renata Gil à frente da AMB, a maior associação de magistrados do mundo, com mais de 14 mil associados, que atuam nas esferas estadual, trabalhista, federal e militar. Renata Gil é a primeira mulher a presidir a instituição em mais de 70 anos de história. Em março de 2021, assumiu ainda a coordenação da Frente Associativa da Magistratura e do Ministério Público (Frentas), que reúne mais de 40 mil juízes, promotores e procuradores de todo o país.

O pioneirismo, marca da história da dirigente, é um ponto importante na reportagem. Renata Gil saiu na frente ao concorrer e presidir a Associação dos Magistrados do Estado do Rio de Janeiro (Amaerj) por dois mandatos, foi a primeira juíza brasileira a avaliar um país no Grupo de Ação Financeira da América do Sul contra a Lavagem de Dinheiro e o Financiamento do Terrorismo e a primeira juíza estadual a participar da Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e Lavagem de Dinheiro (ENCCLA).

A presidente da AMB explica que no início de sua carreira, o machismo no judiciário era mais escancarado e menos combatido. “A atividade judicante é o exercício da autoridade. E a autoridade sempre esteve vinculada à figura masculina, ao patriarcado – o que gerava certa dificuldade em se reconhecer a credibilidade das mulheres, de suas decisões e opiniões. Já percorremos uma parte do caminho, mas ainda temos muito a avançar”, frisa.

A magistrada lembra que existem mais mulheres na primeira instância do Judiciário e que elas são maioria nos cursos de Direito. Mas ressalta que, apesar desses dados, apenas duas cadeiras, entre as 11 do Supremo Tribunal Federal, são ocupadas por figuras femininas. Assim, para Renata Gil, há um grande impacto no cenário do judiciário quando uma mulher ocupa a presidência da maior associação de magistrados do mundo, pois encoraja outras mulheres a perseguir o mesmo objetivo.

A revista retrata como o papel da presidente na atuação e articulação entre os magistrados foi importante para o crescimento do número de mulheres. Conquista essa que Renata Gil fez questão de dividir com outros protagonistas, juízes ou não. “Sozinha, certamente, não poderia ter chegado tão longe. E, nesse aspecto, destaco o companheirismo de muitas mulheres, que entenderam a urgência que temos de trabalhar juntas em prol das transformações que gostaríamos de ver no mundo. Foi isso que me deu coragem para não esmorecer diante das dificuldades”.

Sinal Vermelho

A campanha Sinal Vermelho Contra a Violência Doméstica, ação lançada pela AMB para combater a violência contra a mulher, também foi mencionada na reportagem como um dos reflexos da elevada produtividade do Sistema de Justiça e do debate em torno das consequências da pandemia.

O projeto construído pela AMB, em parceria com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), englobou, inicialmente, mais de 10 mil farmácias. A ideia é que mulheres vítimas de violência possam pedir socorro apenas desenhando um “X” na palma da mão e mostrando para atendentes de estabelecimentos que, diante do alerta, devem acionar a polícia imediatamente.

Além desses temas, a reportagem cita alguns dos novos desafios da presidente da associação no contexto da pandemia e a importância de manter boa articulação política.

Leia a matéria completa da revista.

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