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Saiu na mídia: diretora da AMB Mulheres fala sobre direitos das mulheres para Link CNJ

| Ascom AMB

Campanha Sinal Vermelho, idealizada pela AMB e pelo CNJ, também foi mencionada

A juíza Maria Domitila Prado Manssur, diretora da AMB Mulheres, concedeu uma entrevista ao canal do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para tratar de temas relacionados à segurança da população feminina e à igualdade de gênero, inclusive no Judiciário.

Uma das medidas que a AMB, o CNJ e a Câmara dos Deputados buscam é justamente transformar o feminicídio em crime autônomo através do projeto de lei 4.196/2020. “Continuará sendo visto como crime hediondo, mas não será uma qualificadora do homicídio. E repercutirá na forma como não só a sociedade, mas, todos os operadores do direito vão enfrentar esse delito que é de feminicídio”, contou.

Além disso, a magistrada afirmou ser necessário um aprimoramento por parte do governo para tratar casos de violência contra mulheres. “Os canais de denúncia precisam ser mais bem esclarecidos, os envolvidos nas redes de proteção e enfrentamento devem estar capacitados para o atendimento dessa mulher, para que ela se sinta acolhida pelo Estado e saiba quais serão as providências tomadas”, frisa a diretora.

A juíza também falou sobre a participação feminina nos órgãos de Justiça. “Nós temos a resolução n° 255 do CNJ, que diz respeito a uma política de incentivo à participação feminina no Poder Judiciário. É necessário que os tribunais discutam essa questão e, também, nós precisamos instruir o processo e julgá-lo com perspectiva de gênero para que nenhuma mulher seja vítima de dupla violência quando ela consegue, finalmente, acionar o sistema de Justiça”, disse a juíza.

A conselheira do CNJ Tânia Reckziegel elogiou a campanha Sinal Vermelho. Segundo ela, a iniciativa proporciona às mulheres uma forma de pedir socorro quando sofrerem algum tipo de violência.

Confira a íntegra da matéria.


Assessoria de Comunicação da AMB

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