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Saiu na mídia: Diretora da AMB Mulheres escreve sobre o feminicídio da juíza Viviane Vieira do Amaral Arronenzi para a revista Claudia

| Ascom AMB

A juíza Domitila Manssur defende que as mulheres e as meninas vítimas de violência de gênero tenham acesso adequado ao sistema de justiça

A revista Claudia publicou no sábado (26) artigo da diretora da AMB Mulheres, Maria Domitila Prado Manssur, sobre a morte da juíza do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ) Viviane Vieira do Amaral Arronenzi, de 45 anos, assassinada a facadas pelo ex-marido, Paulo José Arronenzi, 52, na véspera de Natal.

A magistrada afirma que há uma disparidade entre o feminicídio, considerado delito hediondo, e os crimes que o antecedem, não admitindo a prisão preventiva ou cumprimento de pena corporal. “Precisamos, de forma emergencial e urgente, erradicar esse mal que assombra mulheres e meninas, indistintamente, em solo nacional. As medidas protetivas de urgência, que, usualmente, classifico como o “coração” da Lei Maria da Penha precisam ser respeitadas, fiscalizadas e o seu descumprimento, firmemente enfrentado”, escreve.

Domitila Manssur idealizou a campanha Sinal Vermelho contra a Violência Doméstica junto à presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Renata Gil. Também integra o grupo de trabalho do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) de combate à violência doméstica e familiar. Leia o artigo aqui.


Assessoria de Comunicação da AMB

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