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Museu da Justiça do STF está em fase de conclusão

Reunião da AMB sobre o Museu da Justiça do STF

AMB tem realizado levantamento de arquivo histórico

Bustos, projetores, mesas e documentos históricos. A Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) tem se preparado para a reinauguração do Museu da Justiça do STF, na Praça dos Três Poderes, onde promoverá exposições. Ainda não há data definida para a cerimônia, que poderá ser realizada virtualmente por causa da pandemia da covid-19. O tema foi debatido em reunião on-line do grupo de trabalho na quarta-feira (10).

Saiba mais sobre o Museu da Justiça do STF.

A AMB se dedica a recontar não só a história da magistratura, mas também a evolução do movimento associativo em 80 m², por meio da exibição do livro de criação da entidade, que contém a primeira ata, de livros de posse, de linha do tempo e de fotos históricas. “São peças físicas que vamos escolher a dedo”, explicou o juiz e historiador Claudemiro Avelino de Souza, à frente da catalogação do acervo da AMB e da escolha das peças.

O inventário recupera a história e a cultura da Justiça brasileira. Tudo isso se dá a partir de peças que chegam a ter mais de dois séculos. Entre elas, há as Constituições de 1934, de 1946, de 1967 e de 1988, além de obras da Casa da Suplicação do Brasil, criada em 1808. Também inclui insígnias — moedas, medalhas e condecorações — e objetos museológicos, como mobiliário histórico, obras de arte e presentes protocolares, entre outros.

Confira imagens:

Chave dourada, presente da Colômbia | Acervo STF

Projeto de novas instalações | Acervo STF

Salão nobre do STF | Acervo STF

Cópia original da Constituição de 1988 | Acervo STF

Há profissional de arquitetura que auxilia a AMB na ambientação e no conteúdo do espaço. O museu conta com ferramentas interativas e digitais. Ao todo, o local tem 1.500 m² e surgiu em 18 de setembro de 1978.

Participaram da reunião os vice-presidentes da AMB Elayne Cantuária (Assuntos Legislativos) e Thiago Brandão (Cultura e Tecnologia); a secretária-geral, Julianne Marques; o diretor-presidente da Escola Nacional da Magistratura (ENM), Caetano Levi Lopes; a conselheira fiscal Maria Isabel da Silva; e os juizes Claudemiro Avelino de Souza e Carlos Alexandre Bottcher. Todos integram grupo de trabalho da AMB para acompanhar o projeto.

A presidente da AMB, Renata Gil, assinou acordo de cooperação para curadoria compartilhada do local junto ao STF, em 5 de agosto de 2020. O projeto executivo foi realizado pelo arquiteto Paulo Mendes da Rocha. Além da pactuação entre a entidade e a Corte, o Museu da Justiça conta com contrato de patrocínio entre a AMB e o Banco Regional de Brasília (BRB), com a participação do STF como interveniente e termo de cessão de área do Supremo à instituição financeira.


Melissa Duarte

Assessoria de Comunicação da AMB

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