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Sinal Vermelho contra violência doméstica: “Já foram postadas mais de 15 mil fotos e cinco milhões de pessoas alcançadas”, diz Renata Gil em live com Instituto Mary Kay

O responsável pelo Instituto Mary Kay, Eduardo Vilhena, foi o convidado da live desta segunda-feira (6), que abordou a campanha Sinal Vermelho contra violência doméstica, promovida pela AMB em parceria com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A empresa, que representa mais de quarto milhões de mulheres no mundo, é apoiadora da iniciativa.

A presidente da AMB, Renata Gil, contou que já foram postadas mais de 15 mil fotos nas redes sociais de mulheres e homens, que incluem ministros, magistrados, artistas e celebridades. “Temos um engajamento muito positivo e isso fez com que a campanha fosse maior do que imaginávamos nesse primeiro momento. Já são cinco milhões de pessoas alcançadas”, afirmou.

A magistrada agradeceu a parceria e ressaltou a importância da Mary Kay trazer novidades e sugestões para o aprimoramento da campanha. “É muito importante fortalecer a rede. É um trabalho de luta contra a violência doméstica”, disse Renata Gil.

Segundo ela, durante um mês e meio de estudo sobre a ação se descobriu que, no Distrito Federal, a segunda causa de acionamento da Polícia Militar pelo 190 está relacionada à violência contra a mulher. A primeira é perturbação da ordem. “A sociedade precisa saber que é o momento de nos unirmos contra esse mal”.

“O trabalho em Brasília está sendo muito bem feito com os agressores. Até um tempo atrás tinha 100% de não reincidência e todos os homens que praticaram violência doméstica foram condenados pela Lei Maria da Penha. Após o treinamento, não agrediram novamente”, frisou Eduardo Vilhena.

Como representante da empresa, ele agradeceu a oportunidade de fazer parte da iniciativa. “As mulheres precisam entender que estão protegidas e têm aonde ir. A participação de toda a sociedade é importante para acabarmos com a violência contra a mulher”, ressaltou.

Campanha
A ação busca incentivar denúncias por meio de um símbolo: ao desenhar um “X” na mão e exibi-lo ao farmacêutico ou ao atendente da farmácia, a vítima poderá receber auxílio e acionar as autoridades.

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