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Luiz Fernando Bandeira de Mello Filho, indicado pelo Senado, é o novo conselheiro do CNJ

| Gil Ferreira - Ascom CNJ

Consultor passa a ocupar a vaga deixada pelo ex-conselheiro Henrique Àvila

O consultor legislativo do Senado Federal Luiz Fernando Bandeira de Mello Filho tomou posse como conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) na vaga indicada pela Casa Legislativa. A cerimônia ocorreu em Brasília, na abertura da 325ª Sessão Ordinária, nesta terça-feira (23).

Em seu discurso de posse, Bandeira afirmou que é uma imensa honra fazer parte do quadro do Poder Judiciário. “Entre as nobres missões deste Conselho estão sua capacidade de planejamento, de modernização e, de certa forma, de aperfeiçoamento. Me anima muito ver os cinco eixos da gestão que o senhor empreende, ministro Fux, e perceber destacado projetos como a Justiça 4.0 e o acesso à Justiça Digital”, afirmou.

Bandeira de Mello Filho entra no lugar de Henrique Àvila e passa a integrar o CNJ pelos próximos dois anos. Consultor legislativo do Senado desde 2004, foi chefe de gabinete da Presidência e diretor-geral. Ocupa o cargo de secretário-geral da Mesa do Senado e do Congresso Nacional há sete anos. É doutorando em Direito Administrativo pela Universidade de Salamanca, da Espanha, e mestre e bacharel em direito pela Universidade Federal de Pernambuco.

O secretário-geral do CNJ, Valter Shuenquener, leu o termo de posse e o ministro Luiz Fux, presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), declarou Bandeira de Mello empossado no cargo. “Seja muito bem-vindo e que Deus proteja a sua missão que agora se inicia”, disse Fux.

A presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Renata Gil, parabenizou o novo conselheiro e desejou que sua passagem pelo CNJ seja próspera. O ex-presidente do Senado Davi Alcolumbre (DEM-AP) e autoridades prestigiaram presencialmente o evento.

O CNJ é composto por 15 membros, sendo comandado pelo presidente do STF e mais 14 conselheiros. Nove são integrantes do Poder Judiciário indicados pelo STF, Superior Tribunal de Justiça (STJ) e Superior Tribunal do Trabalho (TST). Outros seis integrantes são advogados, procuradores e pessoas de notório saber jurídico indicados pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Procuradoria-Geral da República (PGR) e pelo Senado e a Câmara Federal. Veja aqui a composição atual do Conselho.


Mahila Lara 

Assessoria de Comunicação da AMB

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