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Laboratórios do Judiciário são catalisadores da eficiência, diz membro do AMB LAB em evento na Missão do Brasil na ONU

A coordenadora da Justiça Federal e integrante do AMB LAB, Priscilla Costa Corrêa, falou sobre o papel fundamental dos laboratórios de inovação e inteligência do Judiciário para propor soluções conjuntas e pacíficas de melhoria da gestão pública e prevenir a judicialização excessiva, nessa quinta-feira (6), em Nova York (EUA), durante I Ciclo Internacional de Estudos em Direitos Humanos. O evento aconteceu na Missão do Brasil junto à Organização das Nações Unidas (ONU).

Ela participou do painel que apresentou a integração do sistema de Justiça brasileiro com a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável da ONU, guia global de ação estratégica para desenvolvimento econômico, social e ambiental. Para a magistrada, os laboratórios e centros de inteligência têm o potencial de atuarem como catalisadores da eficiência do Judiciário tanto na perspectiva administrativa como jurisdicional.

A conselheira Maria Tereza Uille, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), também participou do evento.

Iniciativa pioneira
O AMB LAB, marco de política associativa voltada à gestão eficiente, foi criado em 2019. A primeira reunião do órgão, que busca produzir, identificar e publicar as ações produzidas pelos associados em favor da sociedade, foi realizada em janeiro deste ano. São também membros os magistrados Ângelo Vettorazzi (diretor), Keity Saboya, Leonardo Bordini e Paulo de Assis Ribeiro.

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