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Justiça Restaurativa brasileira foi apresentada em Guiné-Bissau

A convite do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e do Peacebulding Fund (PBF) da ONU, o juiz paulista Marcelo Salmaso, secretário de Justiça Restaurativa da AMB, esteve em Guiné-Bissau, na África, entre os dias 12 e 17 de outubro, para compartilhar a experiência da Justiça Restaurativa brasileira.

Marcelo Salmaso participou do Seminário Internacional de Justiça Restaurativa da Guiné-Bissau, que contou com a participação de integrantes do sistema de Justiça de outros países como Portugal, Angola, Moçambique, Pacífico, Cabo Verde, Timor-Leste, Guiné Equatorial e São Tomé e Príncipe. Os participantes analisaram, entre outros temas, a Justiça Restaurativa, origens e desafios para Guiné-Bissau e adaptação de leis para a implantação.

“Para além de compartilhar a ideia de Justiça Restaurativa como instrumento de transformação social e falar sobre alguns exemplos que vem sendo desenvolvidos no Brasil, também foi possível aprender com a força das relações comunitárias que ainda estão presentes na população guineense, o que propulsiona a Justiça Restaurativa e se fortalece com ela”, disse Salmaso. Entre os palestrantes, destaque para João Salm, professor da Chicago Governor’s State University, e Janet Murdock, coordenadora do Peacebulding Fund da ONU na Guiné-Bissau, que há anos vem construindo a Justiça Restaurativa no país africano.

Para além do seminário, o magistrado brasileiro também participou de visitas ao presidente do Supremo Tribunal de Justiça, Paulo Sanhá, e ao embaixador de Angola no país, Daniel Rosa.

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