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Imprensa repercute retrocessos apontados pela AMB com a aprovação da Reforma Administrativa

ASCOM/AMB

Renata Gil articula semanalmente junto aos Poderes contra a desnaturação das carreiras de Estado

A Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) luta contra a desvalorização das carreiras de Estado por entender que a Reforma Administrativa reflete diretamente na qualidade dos serviços prestados à sociedade. O governo não incluiu servidores do Judiciário e do Legislativo na versão atual do texto para não interferir sobre as regras de outros Poderes. A presidente da AMB, Renata Gil, argumenta que apenas proposições legislativas de iniciativa do Supremo Tribunal Federal (STF) podem modificar a organização do Poder Judiciário.

Renata Gil se reúne, semanalmente, junto aos Poderes contra a desnaturação das carreiras de Estado. A reforma está em tramitação na Câmara dos Deputados na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

O trabalho de articulação da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) tem sido destaque na imprensa desta semana.

Confira a repercussão:

O Globo – O veiculo destacou o argumento de Renata Gil que defende que apenas proposições legislativas de iniciativa do Supremo Tribunal Federal (STF) podem modificar a organização do Poder Judiciário. Confira a matéria na íntegra.

Gazeta do Povo – A reportagem deu ênfase na declaração de Renata Gil, que alega ser seria inconstitucional a inclusão de juízes e desembargadores na proposta de reforma administrativa que tramita na Câmara dos Deputados. Leia a matéria completa no site .

Revista Oeste – A revista destacou que, caso a Reforma Administrativa venha ser aprovada, servidores do Judiciário poderão perder direito a férias, além da aplicação de aposentadoria compulsória como punição. Em defesa dos servidores, a fala de Renata Gil foi registrada na matéria, ao alegar que “não admitirá a tramitação de qualquer matéria que afronte a Constituição Federal e a Lei Orgânica da Magistratura”. Leia a reportagem na íntegra

Portal O Sul – Ao registrar a tramitação da Reforma no Congresso e os trabalhos dos parlamentares, a reportagem mostra o “outro lado” do tema, dando espaço ao posicionamento da AMB sobre o assunto. Em destaque, a opinião de Renata Gil que defende que apenas proposições legislativas de iniciativa do Supremo Tribunal Federal (STF) podem modificar a organização do Poder Judiciário. Confira a matéria na íntegra

 

Permanecemos em contato diário com os parlamentares.

Renata Gil
Presidente da AMB

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