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Ideathon: premiação de projetos de tecnologia para auxílio às vítimas de violência doméstica ocorre nesta quinta-feira (6)

Nesta edição, três projetos idealizados por magistrados serão premiados no evento

O Ideathon vai consagrar projetos que envolvem áreas de tecnologia, ciência, inovação e criatividade para ajudar vítimas de violência doméstica, nesta quinta-feira (6). O evento será transmitido pela página da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) no Youtube, às 16h30.

A presidente da Associação, Renata Gil, e o diretor-presidente do Laboratório de Inovação e Inteligência da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB Lab), Ângelo Vittorazzi, estarão presentes junto à comissão julgadora. Esta é uma iniciativa do AMB Lab, em parceria com a Multiplan, que tem o objetivo de utilizar a tecnologia para auxiliar mulheres vítimas de violência.

Nesta edição, três projetos idealizados por magistrados serão premiados no evento. O primeiro lugar foi para o “Protetivas on-line”, desenvolvido pelas magistradas Jacqueline Machado e Helena Alice Machado (TJ-MS). A assistente social judiciária Vanessa Vieira e a analista judiciária Anne Klean Mendes também participaram da elaboração da ideia.

O produto desenvolvido disponibiliza um formulário eletrônico simplificado de avaliação de risco para solicitação de medidas protetivas de urgência às vítimas da violência doméstica. O procedimento é feito no site do Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul (TJ-MS). Clique aqui (https://sistemas.tjms.jus.br/medidaProtetiva/)

O segundo lugar será para o projeto “Proteção na medida 4.0: inteligência e avaliação de risco no combate à violência doméstica”, do juiz Tiago Dias (TJ-CE). O programa tem como objetivo auxiliar na gestão e análise de risco no contexto da temática.

O terceiro lugar será para o produto “Dashboard: Ferramenta para fortalecimento da prestação jurisdicional às mulheres em situação de violência doméstica e familiar”, da juíza Taís de Paula Scheer (TJ-PR). O software visa ajudar na qualidade da prestação jurisdicional, o tornando mais objetivo e eficiente às necessidades das vítimas.

Na banca julgadora, sete mulheres do Sistema de Justiça avaliaram os projetos, incluindo a presidente da AMB, Renata Gil. A diretora da AMB Mulheres, Maria Domitila Prado Manssur, e a vice-diretora do AMB Lab, Keity Saboya, também compuseram a mesa. Os projetos que se destacaram foram aqueles que atingiram maior potencialidade de inovação. Entre os critérios, também foram avaliados eventuais custos de implementação e impactos dos produtos para o Judiciário.

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