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Governo Federal participa de campanha da AMB e do CNJ contra a violência doméstica

O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) é o mais novo parceiro da campanha Sinal vermelho contra a violência doméstica. Lançada pela AMB e pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), nessa quarta-feira (10), a iniciativa oferece uma forma simples, porém eficaz, de as vítimas romperem o silêncio. Basta mostrar um “X” vermelho marcado em uma das mãos ao funcionário de alguma farmácia com o cartaz da ação, que acionará a polícia para que as medidas necessárias ao atendimento da vítima pelo sistema de justiça sejam tomadas.

A articulação do Ministério ocorreu, por meio da Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres (SNPM), que aderiu à campanha após a reunião realizada pela AMB e o CNJ nessa sexta-feira (12). “A nossa campanha é humanitária e de responsabilidade social. A adesão do Governo Federal reforça, ainda mais, a preocupação de todos em salvar as mulheres vítimas de violência doméstica”, destacou a presidente da AMB, Renata Gil.

“A mulher que sofre violência tem medo e dificuldade de denunciar e nós queremos mudar isso, rompendo com esse ciclo. Preparar pessoas para o acolhimento, em locais que ela tem acesso mais facilmente, pode fazer toda a diferença nos casos de subnotificação”, afirmou a ministra Damares Alves.

Apoio
Até o momento, quase nove mil estabelecimentos filiados à Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e à Associação Brasileira das Redes Associativistas de Farmácias e Drogarias (Abrafad) já aderiram à campanha.

A ação conta com o apoio também do Instituto Mary Kay, Grupo Mulheres do Brasil, Mulheres do Varejo, Conselho Federal de Farmácia, Conselho Nacional dos Chefes da Polícia Civil, Conselho Nacional dos Comandantes Gerais, Colégio das Coordenadorias Estaduais da Mulher em Situação de Violência Doméstica, Fonavid, Ministério Público do Trabalho, Colégio Nacional dos Defensores Públicos Gerais, Conselho Nacional do Ministério Público, Colégio Nacional dos Defensores Públicos Gerais, e Promulher do Ministério da Justiça e Segurança Pública.
*Com informações da Ascom/ MMFDH

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