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Em iniciativa inédita, TJAP realiza primeiro lançamento estadual de adesão à campanha Sinal Vermelho

O Tribunal de Justiça do Estado do Amapá (TJAP) foi pioneiro ao realizar o webinário estadual de adesão à campanha Sinal Vermelho contra violência doméstica. A iniciativa, coordenada pela vice-presidente de Assuntos Legislativos da AMB, Elayne Cantuária, ocorreu nesta terça-feira (30) com a participação de diversos representantes do Judiciário, Executivo, Legislativo, federal, estadual e municipal, Frente Associativa da Magistratura e do Ministério Público (Frentas), atores do Sistema de Justiça e segmentos da sociedade civil organizada amapaense.

Na ocasião, todas as instituições enalteceram a importância da campanha, se comprometeram a fortalecer a Rede de Proteção à Mulher, além de ampliar a divulgação da ação.

A presidente da AMB, Renata Gil, agradeceu o trabalho de articulação feito pela juíza Elayne Cantuária, aos magistrados que atuam no combate à violência doméstica e a todo o estado do Amapá. “É um bonito exemplo que o norte do país está dando para o Brasil. Uma articulação única em termos estaduais com relação à divulgação da campanha e que certamente será bem sucedida”.

“Espero com esse encontro fortalecer ainda mais a Rede de Proteção da Mulher e ampliar a divulgação da campanha Sinal Vermelho. Um sinal positivo de que estamos sensíveis ao tema e de que caminhamos na direção certa”, disse o presidente do TJAP, João Lages, ao reafirmar o compromisso da Justiça do Amapá na defesa dos direitos da mulher.

O corregedor do tribunal e coordenador estadual da política de enfrentamento à violência contra mulher no âmbito do Judiciário amapaense, Carmo Antônio de Souza, falou do trabalho de mobilização que tem sido realizado. “Nos reunimos com todos os juízes de todas as comarcas do estado, pedindo a cada um seu envolvimento pessoal nesta campanha, para que sejamos multiplicadores, pois com a união de todas e todos nós faremos com que esta campanha vá adiante”, salientou.

Em sua fala, a juíza auxiliar da presidência do CNJ, Lívia Peres, disse que os dados do órgão demostram aumento no número de processos de violência contra a mulher. “Eles podem ter duas causas: em decorrência do fortalecimento da mulher que se encoraja para elevar a comunicação oficial das agressões ou pode representar o crescimento dos atos de violência”.

Durante o lançamento virtual exibido pelo YouTube do tribunal, foram exibidos os vídeos nacional da campanha e também o regional idealizado pela Assembleia Legislativa.

 

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