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Com um ano de fundação, CMR Empresarial faz balanço e reúne grandes nomes do Judiciário

| Ascom AMB

Renata Gil, presidente da AMB, falou sobre as mulheres nos espaços de Poder

Em comemoração a um ano de formação, o CMR Empresarial reuniu grandes nomes do Poder Judiciário para um debate e uma análise do mercado de reestruturação. O evento ocorreu na segunda-feira (29) no canal da instituição no YouTube. O CRM é um instituto formado por mulheres juízas, advogadas e professoras que atuam no mercado da insolvência para empresas em recuperação judicial, falências e mercado de reestruturação.

Assista ao evento completo aqui:

Na abertura do evento, a presidente do CMR, Mariana Altomani, explicou que o intuito inicial era uma comunicação via WhatsApp de um grupo de mulheres profissionais atuantes na área do direito empresarial, que desejavam dividir entre si experiências e dúvidas para estarem atualizadas sobre o mercado. “Desde o início, uma das características do CMR sempre foi a velocidade das informações nas discussões. A intercomunicação entre os Estados representados nos proporciona uma visão rápida sobre as tendências e as novidades, oportunidades e as diferenças de posicionamento entre os tribunais”, afirmou. O grupo cresceu e, em um ano, já conta com quase 130 associadas.

Mariana também falou sobre a presença de mulheres nos espaços de poder. “Ao olhar para as carreiras das mulheres, percebemos que somos muito mais do que imaginávamos e profissionais extremamente qualificadas nesse nicho do mercado. No entanto, ainda temos um longo caminho para alcançarmos os lugares que desejamos. Não queremos escrever a ata da reunião, queremos escrever a pauta e deliberarmos”, disse.

A presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Renata Gil, reforçou que é necessário conversar sobre a ocupação das mulheres em espaços de lideranças. “Precisamos falar sobre isso não só na lives do dia a dia, mas também nos almoços de domingo, com nossos filhos e família”, disse.

A magistrada reforçou que todo cidadão é titular destinatário da Constituição Federal e tem de fazer valer as leis dispostas no documento. “Não há como falarmos em democracia sem falarmos em igualdade. Nossa Constituição nos impõe esse cumprimento. Espero que consigamos entregar para a sociedade o melhor de nós”, afirmou.

O evento promovido pelo CMR Empresarial também debateu os seguintes temas: a recuperação extrajudicial; formas alternativas de reestruturação de empresas; a venda de CNPJ e necessidade de atração de investimentos; os impactos da lei na atração de investimentos; e os impactos das alterações trazidas pela Lei 14.112/20, referente à recuperação judicial. O CMR tem como objetivo promover estudos jurídicos sobre a recuperação de empresas em crise e a falência. Em 12 meses de atuação já realizou mais de 20 eventos online e tem grupos de estudo sobre projetos de leis.


Mahila Lara 

Assessoria de Comunicação da AMB

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