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Ao fazer balanço das eleições, Barroso defende confiabilidade das urnas eletrônicas

| Ascom AMB

Para presidente do TSE, voto impresso traria grande tumulto para o processo eleitoral

O ministro Luís Roberto Barroso, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) fez um balanço geral das Eleições Municipais de 2020 na noite deste domingo (29). Ele defendeu a confiabilidade das urnas eletrônicas e nomeou todos os prefeitos e vices eleitos das principais capitas do país.

Nesta semana, a presidente da AMB, Renata Gil, falou ao jornal O Estado de S.Paulo sobre confiabilidade das urnas. A magistrada, que foi juíza eleitoral por 17 anos, reafirmou a importância do TSE na garantia da lisura do pleito. Leia a íntegra do texto aqui. 

Nesta noite, Barroso explicou que as urnas eletrônicas não ficam em rede, por isso não são conectadas entre sí. De acordo com ele, o programa das urnas é submetido a verificação pelos partidos, pelo Ministério Público e pela Ordem dos Advogados do Brasil. “É verificável a qualquer momento se houver alteração”, disse Barroso.

O ministro contou que no início do pleito a urna emite um boletim chamado de zerésima, que mostra que não há nenhum voto dentro dessa urna. No fim da votação, também é emitido um documento que mostra a quantidade de votos realizados. Os boletins são enviados ao TSE por meio de um sistema criptografado, ou seja, protegido. “É por esta razão que o sistema não é fraudável e ninguém nunca demonstrou nenhuma fraude”, disse o ministro.

Ao ser questionado sobre o voto impresso, Barroso disse que a modalidade traria grande tumulto para o processo eleitoral brasileiro. “Os candidatos derrotados iriam pedir recontagem de votos e isso resultaria na judicialização excessiva”, avaliou.

Assista à íntegra a fala do ministro:


Mahila Lara 

Assessoria de Comunicação AMB

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