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AMB se reúne com CNJ em busca de soluções tecnológicas

Sede do Conselho Nacional de Justiça | Crédito da foto: Gil Ferreira/ Agência CNJ

Magistrados levaram demandas ao Conselho para melhorar o sistema de Justiça

Em busca de melhorar a prestação jurisdicional e o uso das ferramentas tecnológicas colocadas à disposição do Judiciário brasileiro, a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) se reuniu com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) nessa quinta-feira (8). De acordo com o vice-presidente de Cultura e Tecnologia da AMB, Thiago Brandão, a conversa com os juízes auxiliares do CNJ foi muito profícua.

“Saímos da reunião otimistas. A ferramenta “Teimosinha”, ou seja, de maior automação de bloqueios judiciais, já está em estágio final de testes, para homologação no CNJ.

De acordo com Thiago, o comitê gestor do CNJ irá analisar a viabilidade de que a penhora on-line, em casos excepcionais, possa também atingir valores depositados nas contas vinculadas ao FGTS.

No que diz respeito à adoção de ferramenta de bloqueio mais ágil, como já ocorre com a facilidade PIX, o CNJ informou que estão em curso diversas tratativas com todas instituições envolvidas para que os bloqueios possam ser feitos efetivamente on-line. “Estamos confiantes e bastante satisfeitos com a receptividade da equipe de juízes auxiliares do CNJ com as demandas da AMB”, contou Thiago Brandão.

Por fim, as equipes do Conselho também já estão trabalhando na possibilidade de todas as informações serem concentradas dentro do sistema de Processo Judicial Eletrônico (PJe), proporcionando interoperabilidade com todos demais sistemas já existentes. “Trabalhamos para que todos os sistemas possam se comunicar entre si e que os magistrados, advogados e membros do Sistema de Justiça possam fazer uma busca unificada de informações”, concluiu o vice-presidente da AMB.

Também participaram da reunião o diretor do Laboratório de Tecnologia da Informação da AMB (AMB Lab), Ângelo Vetorazzi; o membro do Conselho de Inovação da AMB, Esdras Pinto e os juízes auxiliares da Presidência do CNJ Dayse Motta, Adriano Araújo e Rafael Paulo.


Mahila Lara

Assessoria de Comunicação

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