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AMB Mulheres pretende criar e-book com ações do grupo

| Ascom AMB

Livro servirá de memória das ações e fundamentará projetos futuros

A Resolução nº 255/2018 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que institui a Política Nacional de Incentivo à Participação Institucional Feminina no Poder Judiciário dispõe sobre a importância de haver espaços democráticos e de igualdade entre homens e mulheres no Poder. A norma vem sendo pauta das reuniões semanais do AMB Mulheres, que conversa sobre formas de melhorar e ampliar a participação feminina no sistema de Justiça.

No encontro desta quarta-feira (14), as magistradas trataram da criação de um e-book que reunirá as ações e atividades da AMB Mulheres no CNJ e no Judiciário. De acordo com a juíza Domitilla Manssur, diretora da AMB Mulheres, o livro servirá de memória das ações executadas. “Faremos a documentação e a memória das ações que estamos realizando e registraremos a participação em eventos e em fóruns para que no futuro se tenha conhecimento sobre o que já foi feito e assim possamos projetar o que ainda precisa ser realizado”, disse. “Estamos construindo uma documentação sólida que fundamenta a participação feminina no Judiciário”, afirmou a magistrada.

A juíza Lavínia Coelho considerou que a ação é também uma prestação de contas ao associado. “Conseguiremos chegar até a base. Quando documentamos, fica claro o que estamos fazendo e como estamos fazendo nossas ações”, disse.

A juíza Eunice Prado sugeriu que a AMB Mulheres emita notas técnicas para fomentar a implantação da Resolução 255/2018. “Tem muitos campos que nós mulheres podemos ocupar, como as escolas judiciais. O artigo 2º da Resolução estabelece que todos os ramos do Poder Judiciário deverão adotar medidas que assegurarem a igualdade de gênero no ambiente institucional, propondo diretrizes e mecanismos que orientem os órgãos judiciais a atuar para incentivar a participação de mulheres nos cargos de chefia e assessoramento”, disse.

A presidente do Fórum Nacional de Juízas e Juízes de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher (Fonavid), Bárbara Lívio, também participou da reunião e reforçou a importância de somar esforços em prol de uma magistratura mais equânime. “Estamos fazendo esta parceria entre a AMB e o Fonavid para acompanhar projetos que dizem respeito às mulheres no Legislativo. Também estamos estabelecendo estratégias de como fazer para acompanhar os textos e construir conjuntamente o olhar sobre as propostas em tramitação”, destacou.


Mahila Lara 

Assessoria de Comunicação da AMB

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