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AMB atua para garantir direitos e proteção as mulheres vítimas de violência

| Ascom AMB

No Dia Nacional de Luta contra a Violência à Mulher, 10 de outubro, a AMB destaca sua atuação em um período pandêmico

Quando o assunto é violência contra a mulher, o lar pode ser o lugar mais perigoso, de acordo com relatório da ONU (Organização das Nações Unidas). E apesar do isolamento social ser necessário e uma das principais medidas de combate ao Covid-19, para as mulheres que sofrem com a violência doméstica, estar em casa pode ser ainda mais arriscado.

Por isso, para enfrentar essa triste realidade, a Associação dos Magistrados Brasileiros tem atuado de forma firme e constante para garantir o direito e proteção de mulheres vítimas de violência. Em junho deste ano, a AMB em parceria com o Conselho Nacional de Justiça lançou a Campanha Sinal Vermelho, mais uma forma para denunciar a violência doméstica durante a pandemia.

A ideia é de que as mulheres vítimas sinalizem a violência marcando um X na mão, o que pode ser feito com um batom ou uma tinta vermelha. Dessa forma ela consegue pedir ajuda discretamente em locais como farmácia e drogarias.

A presidente da AMB, Renata Gil, destacou a importância da campanha. “Desenvolvemos com o CNJ a Campanha Sinal Vermelho e estamos trabalhando de forma firme para a Estratégia Nacional de Combate à Violência contra a mulher”.

Renata Gil completa em dezembro um ano à frente da associação. Para a presidente, cargos de liderança e cargos políticos ocupados por mulheres podem trazer ainda mais força na luta contra a violência à mulher. “O Brasil precisa sair dessa posição de quinto lugar mais violento do mundo para as mulheres. O país tem a terceira melhor lei do mundo de combate a violência contra a mulher que é a Lei Maria da Penha” finaliza.

O Dia Nacional

O Dia Nacional de Luta contra a Violência à Mulher é no dia 10 de outubro. A data relembra o histórico 10 de outubro de 1980, quando manifestantes se reuniram nas escadarias do Teatro Municipal de São Paulo em protesto contra o então crescente índice de crimes contra mulheres em todo Brasil.

Passados 40 anos, os números só aumentaram. Segundo o levantamento da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos, houve aumento de 14,1% do número de denúncias feitas ao Ligue 180 de janeiro a abril deste ano se comparado ao mesmo período em 2019. De acordo com dados do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, em junho de 2020, houve uma média diária de 424 denúncias registradas de violência contra a mulher no país.

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