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AMB, Amaerj e TJ-RJ conversam com Carlos Portinho sobre os desafios do Judiciário

| Ascom Amaerj

Portinho era suplente e tomou posse no Senado em novembro do ano passado

Com o objetivo de manter um diálogo aberto com o Congresso Nacional, a presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Renata Gil, representantes da Associação dos Magistrados do Estado do Rio de Janeiro (Amaerj) e do Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ) se reuniram nesta segunda-feira (22) com o senador Carlos Portinho (PL-RJ). Na sede administrativa da Amaerj, debateram as pautas legislativas de interesse da magistratura, do Judiciário e os projetos que tramitam no Congresso Nacional. Os dirigentes destacaram a importância da comunicação entre as instituições.

A presidente Renata Gil ressaltou que a AMB trabalha junto ao Legislativo e acompanha pautas de interesse à magistratura. Segundo ela, o senador é jovem, conhece o sistema de Justiça e tem experiência administrativa, o que facilita o diálogo. “Conversamos sobre temas caros à magistratura, como a reforma administrativa e a estruturação da carreira”, contou a magistrada. “Portinho se colocou à disposição para colaborar com a Amaerj e a AMB. Foi aberto um canal de diálogo dentro da sede da Associação, reconhecendo a importância da AMAERJ no cenário nacional”, concluiu Renata Gil.

O presidente da Amaerj, Felipe Gonçalves, afirmou que a entidade se sente prestigiada em receber um senador da República. “Carlos Portinho veio à Amaerj e conversou com as associações e a alta administração do Tribunal. Isso mostra o prestígio que as Associações têm”, disse. De acordo com Gonçalves, a visita foi muito importante. “Primeiro, porque é um parlamentar que chegou recentemente ao Senado e ainda não tínhamos feito essa aproximação. Segundo, porque a reunião foi uma oportunidade de criar um diálogo e de saber mais sobre os projetos prioritários do Senado”, explicou.

Para o corregedor, a interlocução é importantíssima não só a nível associativo mas também em termos institucionais. “O senador é professor e advogado, vive no Judiciário, sabe dos nossos problemas. Temos visões às vezes distintas, mas devemos compartilhar as questões porque só assim conseguimos solucionar os problemas. A Presidência e a Corregedoria têm procedido desta forma, dialogando com os parlamentares”, disse.

Carlos Portinho, 47 anos, tomou posse no Senado em novembro passado, com a morte do senador Arolde de Oliveira, de quem era suplente. Carioca, Portinho é professor de Direito e advogado. O senador se colocou à disposição para conversar sempre com os magistrados.


Mahila Lara

Assessoria de Comunicação da AMB com informações da Amaerj

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