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Sinal Vermelho: AMB e CNJ pedem engajamento da segurança pública nos estados

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Para que a campanha Sinal Vermelho contra a violência doméstica tenha alcance e adesão cada vez maiores, a AMB e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) acreditam ser essencial o trabalho integrado de todos os envolvidos. Desta forma, além da comunidade e das farmácias participantes, a presidente.Renata Gil pediu, nesta segunda-feira (22), o engajamento das secretarias de. Segurança de todo o país.

Na reunião virtual, conduzida junto à conselheira Maria Cristiana Ziouva, Renata Gil reforçou o funcionamento da ação idealizada pela. AMB em parceria com o.CNJ. A proposta é que a vítima mostre um “X” vermelho marcado em sua mão para o funcionário de uma farmácia com o cartaz da campanha, que a acionará a polícia.

“Nosso foco é capilarizar a campanha a todas as unidades policiais, especialmente as polícias militares, que são o primeiro atendimento”, revelou. “Pedimos que vocês sejam vetores da campanha e que a gente trabalhe na perspectiva de não retirar das farmácias os atendentes e os farmacêuticos para conduzi-los às delegacias”, frisou, explicando que eles não são testemunhas do fato, mas apenas os que acionam a rede de proteção.

Maria.Cristiana Ziouva falou sobre a parceria com os estabelecimentos de todos os portes. “Temos um termo de cooperação com a. Abrafarma [Associação.Brasileira das Redes de.Farmácias e. Drogarias], que congrega as grandes redes, e com a Abrafad [Associação Brasileira das. Redes Associativistas de Farmácias e Drogarias], que também tem um grande número de farmácias. Nossa preocupação é em relação às farmácias menores, do interior do país. Para esses casos, pedimos que os juízes das comarcas entrem em contato e façam reuniões para que elas tenham conhecimento da campanha”, disse.

A diretora da AMB.Mulheres ressaltou os procedimentos adotados pelos atendentes nos casos em que a vítima não possa esperar pelas autoridades ou que tema a desconfiança no agressor.. “Ela falará de forma simples e rápida aos atendentes seus dados, como nome, telefone e endereço. Quando sair da farmácia, o 190 será acionado, então não é preciso que a mulher fique lá por um tempo desnecessário, causando riscos ou a suspeita do agressor”, explicou Maria.Domitila Manssur. De acordo com a magistrada, os funcionários têm sido muito criativos na condução de cada episódio, para conseguir colher as informações da forma mais discreta possível.

Além de magistrados e autoridades governamentais ou representantes da área de segurança de cada estado, a reunião contou com a participação de.Tânia Reckziegel, também integrante do.CNJ.

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